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AUTENTICIDADE: Condição para o sucesso!

autenticidade2Venho falar de um tema bastante controverso e que tenho refletido bastante: a aceitação, que considero o primeiro passo para a AUTENTICIDADE. Por muito tempo a palavra aceitação me pareceu negativa no sentido de estimular a passividade, a complacência, a submissão e o “passar a mão na cabeça diante dos erros” ou mesmo uma postura de resignação / submissão diante da vida.

Todos estes conceitos me soavam conformistas, fatalistas, fracos e, por isso eu acreditava que as pessoas deveriam se revoltar, se mobilizar, se indignar, se manifestar e serem mais críticas, mais exigentes consigo mesmas e com a vida. Para mim, o mal do mundo parecia “culpa” da passividade das pessoas.

Entretanto, tenho refletido bastante, inclusive com algumas contribuições do budismo, e tenho percebido como este ciclo de “não-aceitação” tem efeitos negativos de reprovação, medo, culpa, frustração e várias outras palavras que desembocarão no mesmo conceito: desamor. Tendo como alicerce a falta de amor, o que podemos construir?

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Cada vez mais me convenço que o desamor que experimentamos cotidianamente no mundo é reflexo de uma falta de amor interno, amor próprio de qualidade e autêntico. Eu sei que anda na moda falar de auto-estima, mas muitas vezes me questiono o quanto esta é mais voltada para fora do que para dentro. Quanto de amor, verdadeiro e profundo, conseguimos sentir por nós mesmos? Quanto disso conseguimos expandir para o mundo?

Vale a pena olhar para dentro e refletir as bases que consolidam o sentimento de amor, que na minha opinião podem ser: aceitação, acolhimento, perdão, paz interior, gratidão. Acredito que estes sentimentos são pontos de luz dentro de nós que – quando fortalecidos por boas palavras, boas práticas e bons exemplos – se unem e formam uma camada poderosa de amor, capaz de transbordar externamente.

Contudo, para isso é preciso olhar internamente e aceitar com acolhimento lados obscuros de nós mesmos que muitas vezes é mais fácil ignorar. Olhar nossa sombra, nossos medos, nossos sentimentos menos nobres dói e pode ser bem amargo, mas apenas quando conseguimos integrar nossa sombra somos capazes de nos amarmos verdadeiramente e assim descobrir nossa autenticidade.

Sua visão se tornará clara somente quando você olhar para dentro do seu coração. Quem olha para fora, sonha. Quem olha para dentro, acorda. Carl Jung

O ser autêntico é aquele consciente de suas fragilidade e também de suas qualidades, sabe quem é e a que veio. Está pronto e com a mente aberta para novos aprendizados e não está perdendo tempo com as ilusões do mundo material ou as vaidades da esfera intelectual, seu foco é o aprendizado espiritual.

Claro, mesmo com este foco, há objetivos materiais, intelectuais, familiares e tudo mais, que caracterizam nossa vida neste plano. Mas o foco é sempre o autodesenvolvimento, o aprendizado e o compartilhamento disso para que haja crescimento contínuo.

Dentro deste cenário, faço um convite para que reveja velhas crenças e padrões: será que você ainda tem receio de falar com estranhos porque foi este o conselho que sua mãe te deu antes de sair de casa sozinho com 10 anos? Quantas vezes você revisitou estas crenças para saber se elas ainda são válidas para a pessoa que você se tornou hoje? Será que você não está tentando ir para frente sem perceber que de algum modo está remando para trás?

Nossa família, amigos, trabalho e todos que compõe nosso referencial de vida sempre colaboram com ensinamentos imprescindíveis para nossa jornada. Contudo, ao longo do caminho algumas “atualizações de software” precisam ser realizadas, alguns conteúdos internos e próprios de nossa essência precisam emergir. Somente com essas ferramentas devidamente lapidadas seremos capazes de lidar mais sabiamente com os desafios propostos pela vida.

Sigamos conscientes do caminho, atentos ao aprendizado e amorosos com a pessoa que nos tornamos e com o mundo que queremos construir.

O amor é a força mais abstrata, e também a mais potente que há no mundo. Mahatma Gandhi

 


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