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Faça seu ritmo e dance sua própria música!

dançaAmor-próprio é uma necessidade fundamental para o desenvolvimento e a felicidade de qualquer indivíduo, sobre isso há consenso. Contudo, quando se fala em como desenvolvê-lo cada um tem sua teoria, regras e receitas e a questão é exatamente esta: quanto de SEU amor-próprio está alicerçado no outro? 

Muitas vezes estamos tão preocupados com a opinião que o OUTRO tem sobre nós que sequer conseguimos olhar, de fato, para nós mesmos e descobrir quem realmente somos. E daí, como sentir amor por alguém que não conhecemos?

Muitas são as cobranças sociais por beleza, riqueza, poder, status, padrões. Tantas são as receitas para emagrecer, para rejuvenescer, para enriquecer, para, de alguma forma, se encaixar ou SE ENCAIXOTAR nos padrões de sucesso. Quantas vezes lhe perguntaram: Você namora? Já fez faculdade? Já conseguiu estágio? Já está trabalhando? Quando vai casar? Quando vai ter filhos?

Estas perguntas me fazem pensar que as pessoas acreditam que a vida tem um roteiro, um script e ou seria uma “bitola”? Ai de você se não estiver dentro dos trilhos. Ai de você se não tiver vantagens para contar para se equiparar aos modelos de sucesso e não ficar “por baixo”.

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Dificilmente vemos alguém perguntar: você está feliz com o curso da faculdade? Seu trabalho é aquele que você sonhava realizar quando criança? Seu namorado ou marido é o amor que você queria para sua vida? Você quer ter filhos e compartilhar com eles os aprendizados desta vida? Estas são perguntas que as pessoas tem medo de fazer para os outros, porque procuram nunca fazer para si mesmas. Elas tem medo das respostas! Para não olhar para si, cobram que os outros sigam sua receita.

Tenho certeza que muitos já se identificaram com este cenário, mas a pergunta mais importante aqui é: O quanto sua opinião é importante para você? Quanto você precisa da aprovação alheia e do aplauso da platéia?

“As pessoas que não sabem amar a si mesmo buscam constantemente a aprovação alheia e sofrem quando são rejeitadas. Para quebrar essa dinâmica, devemos admitir que não podemos satisfazer a todos.”  Nietzsche

Enquanto fica atento aos ruídos de fora você não consegue escutar a linda melodia que toca do lado de dentro. E daí você idealiza, se cobra, busca perfeição e padrões rígidos para atender expectativas alheias sem notar que estas conquistas ao final não terão o menor sentido para você porque não estavam alinhadas com SEU coração.

Por isso, é preciso se conhecer e se posicionar a respeito do que você realmente quer nesta vida e qual o motivo que alicerça este objetivo. Somente se este motivo estiver alinhado profundamente com VOCÊ, sua conquista fará sentido e trará plenitude para a SUA vida.

Não deixe que os outros com suas expectativas e críticas sejam o termômetro de seu “amor-próprio”. Construa este amor verdadeiramente, com bases fortes e alicerçadas no que VOCÊ acredita. Filtre os ruídos externos e esteja sintonizado com o SEU canal.

A vida é muito curta para você perder tempo tentando agradar os outros ou buscando se encaixar no personagem que eles querem te colocar. Seja VOCÊ mesmo e descubra as dores e delícias que isso traz. Acredite em seu potencial interno de ser quem deseja e para isso olhe profundamente para dentro, concentre-se em encontrar o SEU ritmo, dançar a SUA dança e vivenciar a SUA melodia. Quando vivenciamos verdadeiramente a NOSSA MÚSICA, a nossa frequência, somos capazes de agregar nossa música à orquestras mais elevadas, regidas pelo Divino.

“E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.” Nietzsche 

 

 


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Comentário(s)

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2 Comments

  1. Gisele A. Mendonça Peixoto

    Olá Andresa, gratidão pelo comentário!
    Todos temos a necessidade de nos lembrar do quanto somos especiais e únicos diariamente! Afinal, como você mesma comentou, sofremos pressão de todos os lados até mesmo para sermos felizes. Desta forma, vamos perdendo o “tesão” e nos apequenando aos moldes que querem nos colocar. Amei a frase do professor de história! Mais do que o conhecimento, este passou um relato de pura sabedoria! Para mim, dançar é a melhor forma de entrar em contato com meu coração e deixá-lo ditar o ritmo! Tenha uma ótima dança em sua vida! Namastê! _/\_

  2. Acho que preciso ler esse artigo todos os dias para nunca esquecer quem realmente sou e deixar de lado os ” eus” criados pelo mundo exterior, os “eus” que alguns querem que eu seja.
    Às vezes o que falta é coragem e confiança para assumir o que realmente queremos.
    Esses dias li um artigo, nem lembro de quem, que falava que não somos obrigados. Não somos obrigados a casar, ser bonitos, ter um bom emprego, ter filhos …. que na verdade nem ser feliz não somos obrigados se não quisermos.
    O externo nos coloca tantas obrigações, que até ser feliz virou obrigação. Parece que se você chorar, o mundo acabou…Como assim você está triste?
    Temos o direito de ficar feliz, triste, de sair descabelada, ou super produzidas, desde que isso nos satisfaça.
    A frase do Nietzsche que você mencionou “…devemos admitir que não podemos satisfazer a todos.” , me fez lembrar um professor de história do colegial que disse uma vez na sala ” o dia que eu agradar a todos, chegarei no auge do meu fracasso “. Nunca mais esqueci disso, é tão claro, se você agrada a todos, você está deixando de ser você para agradar alguém.
    Você disse muito bem, a vida é muito curta para ficarmos agradando aos outros.
    “Simbora” achar a nossa música, dançar para agradar o nosso coração.
    Muito grata pelo ótimo artigo!!!

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