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A vida é o aqui e agora: use seu PODER PESSOAL!

ampulheta“O amor te escapa entre os dedos
E o tempo escorre pelas mãos
O sol já vai se pôr no mar”  

Saber Amar – Paralamas do Sucesso

Assim é a vida, num segundo tudo acaba, muda, se transforma, se renova e nós ficamos atordoados tentando entender o que aconteceu sem perceber que perdemos a onda. Toda vez que tentamos nos fixar em algo ou alguém estamos perdendo um tempo precioso. A vida é o que aqui e agora, são nossas atitudes, nossas escolhas e o que DECIDIMOS experimentar. E para escolher realmente, é preciso ter consciência do seu PODER PESSOAL.

Muitas vezes perdemos tempo demais com medo, raiva, picuinhas ou sentimentos que apenas nos atormentam e não acrescentam nada à nossa vida. Sei muito bem como é difícil tolerar o outro, especialmente quando ele reflete aspectos nossos que não queremos enxergar e esse é o convite: olhar para o outro só é válido quando o vemos como um espelho de quem NÓS somos! Trata-se de um exercício que pode ser bastante doloroso, mas também é libertador quando você vê seu aspecto sombrio e tem a oportunidade de trabalhá-lo!

Neste aspecto há uma frase bastante repetida nas redes sociais, eu conheço através da Flávia Melissa, veja na página Vela a Pena. Bem, o que menos importa é a autoria e sim o significado “Incomodou, doeu? Leva para casa que é seu!” Sei o quanto isso pode ser aversivo, porque é lógico que não queremos olhar nossos aspectos mais sombrios. Mas a cada experiência vejo como isso é verdadeiro! Sempre que algum aspecto do outro nos incomoda demais, há alguma coisa nossa ali que não estamos querendo ver, talvez, inclusive, seja necessária a ajuda de um terapeuta ou psicólogo para ajudá-lo  a olhar e lidar com aquilo.

Fato é que perdemos muito tempo de nossa vida olhando para fora, quando o essencial está DENTRO. Você tem raiva da política, da economia, da religião, do chefe, do seu vizinho, do seu cunhado, do zelador? Quem é a figura que ocupa sua raiva? Já parou para pensar que ela pode te ajudar a descobrir mais sobre você mesmo?evolução
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Experimente sair da emoção da raiva e vá direto para o incômodo, liste os aspectos que mais o perturbam. Mas fique atento para não listar julgamentos e sim FATOS. Por exemplo, meu chefe é folgado e quer sugar até minha alma – estou colocando o outro como algoz e eu vítima. Este tipo de raciocínio não ajuda! O que me irrita no meu chefe é a desorganização, a falta de companheirismo, a forma como me passa o trabalho. Aqui a questão é ver quais destes aspectos estão presentes em mim ou por que me irritam tanto. Será que deixo a desorganização dele me desorganizar internamente? Será que assumo mais responsabilidades do que devo para tentar satisfazê-lo? Será que consigo me posicionar e deixar claro os meus limites numa postura assertiva, sem ser agressiva nem permissiva?

Claro, todos estamos diante de relacionamentos de poder e sob bastante pressão, não é simples assumir posturas. Mas tomar consciência delas pode ser o primeiro passo para enxergar a situação de uma forma mais serena, mais educativa e menos visceral e raivosa. As situações estão aí para aprendermos a lidar com elas. Sei bem que parece fácil falar, mas enfrento estes mesmos desafios em meu cotidiano e tenho refletido bastante sob a ótica que estou propondo. Sair do vitimismo é fundamental para amadurecer e aprender com as situações.

Enquanto ficamos cegos de raiva, obcecados pelo estresse, vitimados pelas situações não temos poder nenhum para lidar com elas. Desta forma, apenas nos intoxicamos e adoecemos. Procure distanciar-se mentalmente do que o aflige e reflita quais aspectos realmente estão te assustando.

“Os problemas significativos que enfrentamos não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento em que estávamos quando os criamos.” Albert Einstein


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