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Como dissolver a culpa e MERECER a felicidade!

responsabilidade

Em algum momento da vida, você já experimentou a culpa? Já se sentiu condenado: culpado? Veja que associada a ideia de culpa está a de julgamento.

Neste sentido, é muito importante diferenciar culpa de responsabilidade. Isso pode ser trabalhoso, especialmente para pessoas que vivenciaram uma experiência judaico cristã, em que há uma exaltação da culpa: “Minha culpa, minha máxima culpa, minha tão grande culpa!

Este é apenas um trecho das várias orações da Igreja Católica que exaltam o quanto somos pecadores, o quanto não merecemos o perdão Divino e ele só nos é concedido porque Deus é misericordioso: “Não sou digno que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo!”

E por aí vai uma série de palavras que estimulam esta ideia de culpa, de não ser merecedor e uma eterna mendicância do amor de Deus.

Cabe alertar que este texto é uma reflexão sobre a experiência que EU tive dentro da Igreja Católica e acredito que pode refletir uma visão distorcida de muitas palavras e conceitos originalmente cristãos. Não se trata, de maneira alguma, de uma avaliação religiosa, mas sim da forma que estas palavras fizeram parte de meu repertório educacional para enxergar o mundo. O convite aqui é para uma reflexão a respeito de conceitos distorcidos que nem percebemos, mas que rondam nossa vida e nos limitam de alguma forma.

A ideia de culpa, pecado e não merecimento está fortemente atrelada à perspectiva de sofrimento, sacrifício e auto-punição. São conceitos tão pesados que, na minha ótica, nada se assemelham a ideia de felicidade, leveza, LUZ.  Nesta linha de raciocínio, parece que viemos para sofrer e devemos “carregar a nossa cruz!”, tendo a infelicidade como martírio necessário para garantir a aprovação Divina. Eu sempre me perguntei: “Se Jesus morreu para nos salvar dos pecados, se Ele já carregou a cruz, porque nós temos que continuar pesados desse jeito?!”

Para mim, esta ótica tem falhas e não responde minhas dúvidas, não me conecta com Deus. Na verdade, sinto que o caminho não é por aí. Vale a pena caminhar para o outro lado desta discussão: a responsabilidade, o livre-arbítrio e a nossa Essência Divina, que nos faz merecedores do amor de Deus. Assim, somos dignos de buscar a felicidade pelo simples fato de existirmos.

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Quando falamos em responsabilidade, a maioria das pessoas pensa: “A culpa não é minha!” E daí fica clara a confusão! Vamos recorrer ao dicionário, segundo o Aurélio:

“Culpa = 1. Falta voluntária contra o dever; omissão; desleixo. 2. Causa (de mal ou dano). 3. Imputação. 4. Delito; crime; pecado”.

Não é em vão que nem mesmos os criminosos queiram se assumir culpados na cadeia, como costumamos ver em filmes. Trata-se de algo terrível ser apontado em julgamento. Na verdade, muitas vezes, nós mesmos temos um grande dedo acusador nos apontando e dizendo: “Culpado!”. Em outros momentos direcionamos o dedo para os outros como forma de não olharmos o que nos aflige em nós. Por que precisamos restringir tudo a esta lógica de julgamento?

Voltemos ao dicionário para definir a palavra responsabilidade:

“1. Obrigação de responder pelas ações próprias, pelas dos outros ou pelas coisas confiadas”.

Até mesmo a comparação entre as definições parece mais leve, há menos condenação e mais autonomia. Ao retomarmos o sentido original do termo responsabilidade, notamos que se trata de não nos omitirmos diante de nossa vida. Todos nós agimos de acordo com nossa consciência e, a partir dela, fazemos escolhas. Assumir que estamos ESCOLHENDO nos empodera e amplia nosso leque de visão para que novas escolhas sejam feitas!

Por isso, proponho aqui uma outra visão da vida que não esteja baseada em julgamento, medo, excesso de autocrítica, culpa, vitimismo, autopiedade, autoflagelo… Proponho uma reflexão em que o norte seja direcionado para uma responsabilidade mais leve, para escolhas mais conscientes, estruturadas em um autoconhecimento genuíno de nossa Essência. E, principalmente, proponho uma perspectiva alicerçada na convicção de que todos somos Divinos, portanto, merecedores de amor! Estamos aqui para evoluir, aprender e assumir tudo o que decidirmos experimentar com responsabilidade por nossas atitudes, mas sem pesos desnecessários neste caminho.

ASSUMA o timão de sua vida e navegue de forma mais harmoniosa consigo mesmo! Busque fluir com a vida e aprender com as experiências que ela oferece! Lembre-se que sempre podemos escolher entre o peso ou a leveza, a culpa ou a responsabilidade, o sofrimento ou o aprendizado.

“Maturidade é aceitar a responsabilidade de ser você mesmo, a qualquer preço”. Osho


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