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Somos todos vulneráveis

Todos nós temos dificuldade para admirar o belo, estamos tão viciados no aperfeiçoamento que somos incapazes de olhar algo e deixá-lo como está. Há um aspecto muito bom nisso: a vontade de conquistar mais, aprender e enriquecer as coisas. Por outro lado, perdemos a capacidade do contentamento, da simples observação distanciada, da contemplação no seu mais profundo significado.

A beleza das coisas existe no espírito de quem as contempla. David Hume

Nosso olhar está tão viciado na competição, que por vezes precisamos rebaixar o outro para nos sentirmos seguros. Em certos momentos precisamos deixar o outro refém de nossa aprovação para que possamos nos sentir empoderados. Nesta dinâmica empobrecida, orientada pela avareza, acreditamos que só há segurança se nos sentirmos no poder, dominando, “dando as cartas”. Entretanto, não percebemos que nesta postura acabamos vivendo também reféns desta lógica, sempre na defensiva, sempre com medo, esperando pelo pior.

O poder está na vulnerabilidade

No famoso TED O poder da Vulnerabilidade, Brene Brown nos fala algo que soa estranho aos nossos ouvidos, acostumados com a “segurança” da guerra, da competição e da dominação. Como pode haver poder na vulnerabilidade?! Só há uma forma, admitindo que TODOS somos vulneráveis e que esta condição nos iguala enquanto seres humanos. Desta maneira, não há pessoas melhores ou piores, existem histórias, muita dor, muito sofrimento e muito aprendizado.

A sua experiência é apenas isso, SUA. Não há ninguém melhor e ninguém pior, existem aprendizados de diferentes níveis e possibilidades, perfeitos para cada um de nós. Desta forma, deveríamos nos concentrar muito mais no nosso aprendizado! No máximo, compartilhá-lo pode ser interessante de alguma forma, mas jamais apontando, julgando ou querendo ser mestre dos outros. Se conseguirmos desenvolver a maestria dentro de nós mesmos já terá sido um enorme feito.

Seja mestre de si mesmo!

Podemos sim ajudar outras pessoas com um olhar carinhoso, um ouvido atento, talvez até compartilhando nossa própria vulnerabilidade, porque isso aproxima, aconchega, dá sentido de pertencimento. Mas se quisermos nos sobrepor ao outro, demonstrando como somos fantásticos, já teremos nos perdido de nossa Essência e estaremos construindo um falso eu, apenas para impressionar o vizinho.

Todos estamos matriculados na escola da vida, onde o mestre é o tempo. Cora Coralina

Por outro lado, se você é aquela pessoa suscetível ao externo, concentre-se em você! O mundo nunca lhe dará o reconhecimento e aprovação que você deseja, estas são habilidades internas! Olhe para dentro, agradeça suas experiências, valorize o seu aprendizado e lembre-se que cada um de nós é único e isso nos faz responsáveis por nossa jornada por aqui. Boa viagem!

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