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Pertencimento: você se pertence ou anda se perdendo por aí?

Fonte: Pixabay

Pertencimento: este é um sentimento que todos queremos experimentar, pois nos confere a sensação de amor, aprovação, aceitação. Em busca de pertencimento, muitas vezes, nos “despertencemos”.

Ou seja, deixamos de seguir nossa intuição, desrespeitamos nossa Essência e nos preocupamos com a opinião (julgamento) do outro. Leia também: MOMENTO PRESENTE: é onde está o NOSSO ponto de poder!

 O “outro”: a grande ilusão

Vivemos como se o mundo pagasse nossas contas e fossemos reféns de uma lógica que, sequer compreendemos: a lógica alheia. A vida é uma experiência tão curta que não faz nenhum sentido perdermos tempo com a opinião de fora. Apesar disso, constantemente nos colocamos como prisioneiros.

Vivemos querendo fazer parte de uma tribo para nos sentirmos nutridos, alimentados, fortificados… E isso é pura ilusão, porque por mais que nos identifiquemos com um grupo, um partido, uma religião ou até mesmo nossos familiares, somos únicos e estamos sozinhos no sentido profundo da Existência.

Esta é uma experiência solitária! E qualquer coisa que contradiga isso é pura ilusão. Esta constatação é assustadora, poderosa, mas muito assustadora para nos darmos conta do poder que ela contém. Afinal, não teremos ninguém para dividir a responsabilidade, ninguém para jogar a culpa, caso as coisas não saiam como esperamos?! Não teremos ninguém para sofrer com nossas dores?! Ninguém para se solidarizar conosco? E a resposta é ninguém!

Estamos sós com a dor e a delícia de sermos quem somos! Ninguém mata a fome lendo o cardápio do restaurante, portanto, só nós REALMENTE sabemos o que e como sentimos, nossa experiência é profundamente solitária!

Assumir a solidão é libertar-se

Criamos a ilusão de que somos parte do todo, quando na verdade, já somos um todo de várias partes. Mas temos medo de assumir nossa inteireza e vivemos tentando nos encaixar em algumas partes que observamos por aí. Quando assumimos nosso poder, somos capazes de entender que estamos sozinhos no melhor sentido da palavra.

Estamos livres para viver de acordo com nossa consciência e assumirmos todas as consequências do que isso signifique. Podemos exercitar nossa liberdade simplesmente sendo quem nascemos para ser e usufruindo os privilégios desta escolha. Quando deixamos de ser vítimas ou algozes e passamos a ser nós mesmos, somos capazes de refletir profundamente sobre as palavras de Mahatma Gandhi:

Nossas crenças se transformam em pensamentos, os pensamentos em palavras, as palavras se tornam ações e estas ações repetidas se tornam hábitos. E estes hábitos formam nossos valores e nossos valores determinam nosso destino.

Quando ficamos desesperados, buscando nos sentir parte de algo ou alguém, é porque não estamos exercitando a liberdade de procurar nossa inteireza em nós mesmos. Quando queremos compreensão externa, apoio e validação é porque não estamos exercitando nosso poder de sermos quem viemos para ser. Todos nós temos uma enorme sabedoria interna e acessá-la faz parte da jornada de autoconhecimento e descoberta deste poder de saber-se único.

Quem compara perde

É preciso se nutrir e validar os próprios processos e recursos a todo momento. Estamos numa sociedade que sempre coloca o poder no externo, no futuro: “quando você for…”; “quando você comprar…”. Desta forma, tendemos a desmerecer o Universo de recursos que possuímos dentro de nós, procurando incessantemente fora. Isso é estrategicamente interessante quando vivemos numa sociedade pautada pelo consumo!

Olhamos a grama verde do vizinho e alimentamos aquela fagulha de insatisfação que se transforma numa fogueira e nos devora. Toda vez que comparamos, nós perdemos. Gosto muito do trecho de Osho:

Desde o início está sendo dito a você para comparar-se com os outros. Esta é a maior doença, é como um câncer que vai destruir a sua própria alma. Cada indivíduo é único e a comparação não é possível. Sou apenas eu e você é apenas você. Não há mais ninguém no mundo para ser comparado com. Você compara a calêndula com uma rosa? Você não compara. Você compara uma manga com uma maçã? Você não compara. Você sabe que eles são diferentes – a comparação não é possível.

Permita-se pertencer a si mesmo

Por vezes, esta ótica é assustadora porque vivemos como seres gregários, como animais que precisam do bando. Somos sim seres sociais, que precisam da troca, da relação, da comunicação. Mas para que isso seja saudável, precisamos encontrar nossa inteireza. E isso só ocorre quando integramos nossa luz e sombras, quando nos responsabilizamos pelo que pensamos, dizemos e fazemos.

Que tenhamos mais consciência de nossas escolhas! Que saibamos pertencer mais a nós mesmos! Que encontrando a melhor forma de nos amarmos, saibamos transbordar este amor ao mundo! Apenas quando estamos nutridos, somos capazes de cuidar e amar melhor! É desta abundância que o mundo precisa!

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