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Descubra as mentiras que sua mente conta pra você!

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Você vive atormentado pelas ordens que sua mente te dá? Será que existem muitas obrigações te atrapalhando o sono? Observe que este pesadelo geralmente começa com: “Você deveria…”

E junto com o tormento mental, vem também uma angustiante sensação de culpa, insuficiência, frustração.

Quando isso não surge a partir de um julgamento externo, há uma voz interna dizendo “você deveria…”:

  1. cuidar da saúde;
  2. estudar ou trabalhar mais;
  3. cuidar da família;
  4. encontrar os amigos;
  5. cuidar da alimentação;
  6. aprender um idioma;
  7. fazer atividade física;

E assim segue uma longa lista de “você deveria”.

Embora a voz venha de dentro, ela não vem do coração, mas sim de nossa mente que apenas repete algo que ouvimos quando éramos crianças e fazia parte do nosso processo educacional. 

A grande questão é que na infância estávamos aprendendo regras necessárias para o bem viver: “você precisa tomar banho!”; “você precisa fazer o dever de casa”; “você precisa ir à escola”… Enfim, se tratavam de necessidades inerentes à realidade a qual estávamos nos adaptando.

Com o processo de crescimento, esta voz foi internalizada e continua te dizendo o que é preciso fazer baseado nas regras sociais, nas expectativas alheias, na sua expectativa idealizada de si mesmo, na religião, no partido e em várias instâncias que exercem poder sobre você!

A mente mente pra gente! 

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Com tanta pressão, raramente você consegue perceber que esta voz não é a SUA! A mente fica o tempo todo te dando “ordens” do que precisa ser feito e você está tão sobrecarregado de tarefas que não consegue refletir sobre a realização de suas atividades. Com tantas regras e pessoas para obedecer, você nunca consegue corresponder a todas estas “ordens” que ecoam em sua mente.

Então, se você observar melhor, perceberá  como a ideia de insuficiência está presente. Assim, o “você precisa” se transforma em “você deveria”. Parece uma mudança sutil, mas ela tem impactos poderosos sobre a nossa mente. Afinal, embutida na ideia de “dever” está também a mensagem de erro, culpa e fracasso.

A leitura interna disso passa a ser: “Eu deveria emagrecer! Mas sou mesmo uma gorda!”; “Eu deveria trabalhar mais! Mas sou mesmo um preguiçoso”; “Eu deveria estudar! Mas sou mesmo uma burra!”; E, por aí vai uma linha pejorativa que só te coloca para baixo, se transforma quase num processo constante de autoflagelo.

Uma mensagem de erro aparece a todo instante em sua mente, como se você sempre estivesse apertando o botão errado. Toda vez a mensagem é de ineficiência, seguida de culpa. A partir daí você vê os ícones de sucesso da mídia ou mesmo a suposta “grama verde do vizinho” e passa a pensar que o problema é com você! A sensação de fracasso te invade é apenas o início da descida ao “fundo do poço”.

O que é preciso mudar?

mudarFacilmente entramos num círculo vicioso de nos cuidar mal: com alimentação incorreta (leia também 3° Passo para ser feliz: ALIMENTAR-SE!); dormir pouco; não ter tempo de lazer saudável – passando horas em frente à TV, computador ou celular…

Este contexto apresenta por um lado, o mundo da publicidade, que enaltece o sucesso a partir dos produtos (carros e celulares novos, beleza estética, toda e qualquer aparência de sucesso, poder e riqueza); e, por outro lado, o noticiário com tragédias, crimes hediondos e outras mensagens que nos arrasam a mente, o corpo e, até mesmo, a alma. Deste modo, somos alarmados com todo tipo de miséria e anestesiados com produtos de consumo.

E eu pergunto:

“Com uma mente que estimula o autoflagelo e uma rotina miserável como esta, dá para ser feliz?”

Sim, mas é preciso mudar padrões padrões mentais e hábitos cotidianos. Afinal, o padrão existente está baseado na total falta de cuidado com a própria saúde, esgotando as energias do corpo físico e mental, sem mencionar o espiritual.

Paira constantemente o medo de ser ineficiente, a culpa por não atender às super expectativas alheias, a ilusão de que comprar produtos possa diminuir esta sensação de insatisfação e o julgamento do outro para amenizar a frustração consigo mesmo.

Vivemos tudo isso intensamente sem perceber que se trata apenas de um cenário muito artificial do que, de fato, é a nossa vida! Este é um padrão de DESCONEXÃO PROFUNDA! Uma desconexão conosco; com as pessoas que realmente são importantes para nós; com os valores que, de fato, queremos em nossa vida e, principalmente, com o que realmente poderia nos dar a satisfação que tanto buscamos.

Reconectar-se é preciso…

reconectarA conexão profunda está dentro do seu coração, no contato com suas verdades, na cura das suas feridas, na reflexão das suas questões e no rico universo que há DENTRO de você! E a chave para este paraíso interno depende de muito amor, autoaceitação, autoconhecimento, respeito e acolhimento interno. Leia também EGO ou CORAÇÃO: quem você escuta?

Reavalie os seus “você deveria!” e veja quantos deles são pura idealização para agradar aos outros. Transforme-os em “eu quero” e veja quais são os desejos sinceros do seu coração, alicerçados na pessoa que você já é AGORA. E acredite, você já é maravilhoso neste momento, simplesmente por existir e poder criar novas oportunidades de aprendizados a cada dia!

Cuide-se com amor, trate-se com respeito e carinho, aceite-se com grande sabedoria e olhe as características que você não gosta como ótimas oportunidades para aprender e evoluir em seu caminho de autodesenvolvimento. Abandone o medo, a crítica, o julgamento, a idealização, a superficialidade e adote um profundo e amoroso olhar interno, buscando a plenitude que você nasceu para desfrutar!

“A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua; existem homens presos na rua e livres na prisão. É uma questão de consciência”. Mahatma Gandhi

 

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